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          A HEPATITE

 

Desde sempre conhecida dos criadores, esta doença deve-se a um excesso de matérias gordas na alimentação, que posteriormente se fixam sobre o fígado, originando um aumento de volume e a descoloração do mesmo. Este aumento de volume perturba a respiração que se torna difícil, se bem que se mantenha silenciosa, e marcada por movimentos oscilatórios das penas da cauda.

Num comportamento muito característico desta afecção, a ave apresenta-se com frequência no bebedouro depenicando as sementes sem verdadeiramente as consumir e acabando por emagrecer pouco a pouco.

Estas aves apresentam-se prostradas, cada vez com mais frequência e durante períodos de tempo cada vez maiores, acabando por morrer dentro de 3 a 4 semanas, num estado de extrema magreza.

A hepatite é frequentemente complicada por uma enterite, apresentando diarreia e o ventre avermelhado. Na autopsia, o fígado apresenta-se aumentado e de coloração amarelada ou mástique (fotos 2,3 e 4). A hepatite não é contagiosa mas atinge normalmente todos os indivíduos sujeitos ao mesmo regime alimentar.

Como o indicado no capítulo 2.4 a hepatite de origem alimentar, pode ser prevenida através da administração regular de FLORACHOLINE, na posologia de 10 gotas em cada 60 ml de água de bebida (ou 10 ml por cada 1 litro de água de bebida), dois dias por semana.

Contudo caso a mesma já se tenha instalado, se dado de forma contínua desde o aparecimento dos primeiros sintomas na base de 13 ml por cada litro de água de bebida, FLORACHOLINE permite com bastante frequência, curar as aves afectadas, na condição de simultaneamente se corrigir o regime alimentar, através de uma diminuição da quantidade de gordura e de sementes oleaginosas, oferecidas na mesma.

 

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