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A COCCIDIOSE

 

Existem duas espécies de coccidias responsáveis por esta doença nos pombos, a Eimeria labbeana e a Eimeria columbarum. A coccidiose transmite-se através dos alimentos e ou de água dos bebedouros ou das goteiras contaminada por matérias fecais.

Sem entrarmos no complexo esquema do ciclo de reprodução das coccidias, simplifiquemos dizendo que um pombo portador da doença, elimina os oocistos da coccidia através das suas fezes, a esporulação favorecida pela humidade e calor ambiente, transformará estes oocistos em infestantes e capazes de originar, uma vez ingeridos por um pombo, graves problemas intestinais.

Assim sendo, a coccidiose declara-se normalmente com uma sintomatologia de carácter agudo, com maior frequência nas épocas de calor, especialmente nos jovens ainda não suficientemente imunizados. O stress, devido à mudança de regime alimentar ou aos treinos de carácter desportivo, é um factor predisponente.

Os sintomas

Em caso de coccidiose aguda, os pombos afectados: perca de apetite, aumento do consumo de água, diarreia viscosa e de cor esverdeada, emagrecimento, os olhos lacrimejantes semi cerrados e as asas pendentes. A morte pode sobrevir no prazo de uma semana.

Em caso de coccidiose sub-aguda, os pombos afectados apresentam: perturbações do crescimento (raquitismo, fraqueza das articulações), estrias nas penas, desvio do esterno (quilha).

Em caso de coccidiose crónica, mais comum nos pombos adultos que adquiriram uma resistência natural, os pombos afectados apresentam: uma plumagem frágil e quebradiça, fezes sobre o mole e mucosidade ao nível da garganta. Devido ao enfraquecimento do seu estado geral, este pombos marcam mal.

O tratamento

A extrema gravidade desta doença, para as aves jovens e a sua influência negativa sobre a forma no decorrer da estação desportiva, torna necessário efectuar a intervalos regulares, tratamentos ditos preventivos recorrendo a medicação específica sulfadimetoxina sódica, na posologia de uma colher de chá por litro de água bebida durante 4 dias.

A prevenção da coccidiose pode ser facilitada pela suplementação maciça da vitamina A, a qual possui um papel muito importante na manutenção da integridade da mucosa do intestino frente à invasão parasitária. FLORATONYL com extracto de fígado, administrado na água bebida, na posologia de 20 gotas por litro de água, uma vez por semana, é uma forma simples e eficaz de alcançar este objectivo.

Em caso de coccidiose declarada, aconselha-se a administração de sulfadimetoxina sódica na posologia de uma colher das de chá por cada litro de água bebida, durante 7 dias. Após um intervalo de 48 horas, este tratamento deve ser retomado por mais 2 dias.

Esta interrupção do tratamento por 48 horas destina-se a permitir a instalação de um estado de imunidade natural, o qual se verifica em presença de determinados estados de desenvolvimento do parasita.

As medidas de acompanhamento

Estas medidas serão idênticas às já recomendadas para a tricomonose, isto no que respeita ao uso de FLORATONYL com extracto de fígado, cuja administração, na posologia de 20 gotas por cada litro de água bebida, durante todo o tratamento e nos três dias que se lhe seguem, permite acelerar a cicatrização da mucosa intestinal lesada, reduzindo assim o tempo de convalescença.

 

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